Mike Portnoy – Constant Motion Drummer

Mike Portnoy

A Bateria é sem dúvidas um instrumento complexo.

Você deve agir com três membros, sim exatamente, três membros.

Braços, Pernas e a Cabeça.

Não é tão simples como fazer uma batida na guitarra ou uma escala no piano, aquilo têm que estar totalmente ligado, sincronizado.

E Mike Portnoy pode ser cada vez mais lembrado por isto.

A habilidade de um dos melhores bateristas de todos os tempos é inquestionável. Ele toca tão suavemente como se aquilo fosse um simples estalar de dedos.

Além de tudo, conta com uma ótima presença de palco. Isto pode ser percebido em toda sua história na banda Dream Theater.

Como o vocalista James Labrie não ficava presente em certas partes das músicas, e digamos, Petrucci, Myung e Rudess ficavam altamente concentrados nos riffs em tempos quebrados, faltava a animação para o público. Assim como eles, Portnoy se concentrava, mas conseguia ficar divido, em fazer seu trabalho como baterista e ainda conseguindo se voltar ao publico, com gestos, movimentos, chiliques que empolgavam a todos.

Entre seus chiliques/movimentos estão:

– Em alguns solos, bater a ão na cabeça acompnhando o batida do bumbo;

– Balançar a baqueta acima da cabeça, como se estivesse dizendo: “Opa! Minha vez gente, olhem para mim”;

– Tocar bateria de pé, para poder fazer o público levantar.

– Arremessar a baqueta a uma altura incrivelmente alta.

Mike Portnoy com certeza esta entre os melhores bateristas de todos os tempos. É muito bom ouvir uma música, e saber que mesmo o cara sendo muito engraçado, nada sério pra falar a verdade, ele consegue deitar e rolar em um dos instrumentos que mais precisam de toda a atenção.

Segue mais um trabalho deste grande Mestre.

Impressionante como estes jovens conseguiram colocar o significado completo de uma história em um álbum musical.
O mais incrível é que, a música, a letra e o vocal caminhão lado a lado do decorrer da história, algo sem dúvidas, difícil.

O Cinéfilo Digital

Mais uma de minhas análises interpretativas escritas para o NSI em 2002.

Aviso: por se propor a fazer interpretações subjetivas do filme, o texto revela diversos acontecimentos, inclusive o final. Portanto, recomendo que assistam o filme antes de ler além da introdução.

PINK FLOYD THE WALL(Reino Unido, 1982)

Dir. Alan Parker

I. Introdução – Floyd

O filme “The Wall” é uma obra fruto da imaginação criativa de três pessoas: Roger Waters (roteiro, música), Alan Parker (direção) e Gerald Scarf (animações). A estória, criada pelo então líder do Pink Floyd, trata-se em parte de uma semi auto-biografia, mesclando acontecimentos que fizeram parte da vida do compositor com eventos fictícios.

Antes de se iniciar a análise do filme, faremos um breve “passeio” pela história do Pink Floyd, para entendermos melhor os motivos que levaram Waters a criar “The Wall”.

Ver o post original 2.409 mais palavras

Score

Score (Dream Theater) – 20th Anniversary of Music

Score (Space4Keyz) – 20 posts.

 

\o/

Close your Eyes and just Play

Como é tornar-se parte da música?

É como estar em um barco, navegando por um rio a noite, sem lanterna ou algum tipo de luz, assim não sabendo o que virá, onde você parará.

Você pode estar simplesmente a beira de um abismo, pode estar chegando à terra firme.

Você pode estar chegando a um clímax, pode estar iniciando um conceito, pode estar criando uma obra; mas para você perceber, tem que estar em perfeita harmonia com som.

Apenas toque e ouça como se aquilo fosse o seu último dedilhado, o último acorde.

Gosta de Rock Progressivo?

Yes!

.-.

“Há alguma coisa aí.”

Uma sequência de acordes perfeita?

Eu não sei cara.

Mas têm alguma coisa aí. Alguma coisa me acontece quando toco isto em um violão, deixando soar em semibreves. Eu sinto que há algo nisto.

C7M        G6        C7M       G6

C7M        G6        C7M       G6

Algo me impulsiona a seguir estas notas. Alguma coisa está aí.

O que faz o Produtor Musical?

Entendendo

Dar a estrutura necessária para a qualidade conseguir ficar explicita.

Acho que estas palavras podem definir o que um  Produtor Musical faz.

Pode ser entendido como um técnico de Futebol para um Time.

Assim que o técnico assume o time, ele tem a responsabilidade de fazer com que aquele time tenha sucesso em seu trabalho. Falar como deve ser feita a jogada, como os jogadores devem se posicionar dentro do campo, quem fica cada momento. E o mais importante, quando um time perde, quem sofre é o treinador.

Do mesmo jeito, o produtor musical deve estar cada vez mais posicionado dentro da banda. Ele deve colocar a sua ideia, de como aquilo deve ser feito, digamos, qual a melhor maneira para ser feito. E caso a produção de um álbum não fique bem aos olhos comercias, depois de lerem o nome da banda, esta lá: “Produzido por… “, no qual a responsabilidade também é muito atribuída.

Então, pode ser entendido que o produtor cria a base artística das músicas. Tanto que o Produtor tem que ter uma visão mais geral, de cada instrumento, de como deve ser feito, além de um feeling para a criação.

Influência

Você já deve ter percebido que para uma banda sobreviver ao mercado, ela não deve ficar atrelado a apenas um estilo, apenas um tipo de música.

Tente imaginar uma banda que você gosta que mudou completamente o jeito de tocar, a ideia das composições. Então, este estilo, é fortemente influenciado pelo produtor músical.

Voltando ao exemplo do futebol, vou pegar o exemplo do time São Paulo e compará-lo com uma banda: Dream Theater.

Se for observado na ultima década, a melhor época do clube do São Paulo for entre 2006 – 2009, devido a habilidade do técnico Muricy Ramalho de coordenar o Time.

No exemplo da banda Dream Theater, pode ser levantado a diferença feita entre 1999 – 2002, no lançamento dos álbuns Metropolis pt.2 – Scenes from a Memory e Six Degrees of Inner Turbulence, devido a produção ter começado a atuar nas mãos de Mike Portnoy e John Petrucci (respectivamente baterista e guitarrista do Dream Theater).

Músicos diferenciados

Existem músicos que conseguem juntar a habilidade de Compor, Produzir e Tocar, de uma forma que aquele trabalho deles consiga aparecer de forma gritante e surpreendente para o público. Um grande exemplo é o ex-baixista da   banda Pink Floyd: Roger Waters.

Roger Waters foi baixista e força criativa da banda no período de maior sucesso. Foi a força mentora dos álbuns The Dark Side of the Moon, Animals e The Wall. Ele é a prova de que existem pessoas capazes de realizarem a Produção sendo o pião músico.

Mas exemplos como estes são raros, pessoas que contenham este dom incrível.

Espero que tenha entendido certinho o que um produtor faz e qual a sua importância. 😀

 

The Dark Side of the Moon

Não é apenas um álbum, não é apenas um conceitual.

É uma viagem cerebral e sonora. Sentido cada parte da música, e se colocando cada vez mais para dentro das músicas, como se fosse um buraco negro, e nos sugasse. E nem adianta tentar fugir.

Simplesmente incrível.

Perfeito.

Único.

Yes!

Very well buddy. Fragile, um dos melhores álbuns que já ouvi.
São músicas perfeitas colocadas em uma ordem perfeita que pela minha humilde visão do mundo atual da música, não será repetida.
Mas, nós podemos dar a “Reviravolta”.

Receita

Qual a receita da música?

1. Misture a criatividade com bastante sensibilidade.

2. Adicione algumas batidas.

3. Pluge um Fone.

Pronto.

😀